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Vinte e seis anos

Tecnologia se troca.
Quem atende, não.

A história da VSP começa com uma demissão, uma linha telefônica e um terno. E continua, todo dia, na direção contrária: hoje é o cliente que muda de empresa — e leva a VSP junto.

26anos
de mercado
Desde 20008 unidades de negócio9 setores atendidos

2000 — o começo

Uma linha telefônica, uma mesa e um terno.

Leonardo Speziali era vendedor numa empresa de informática de Belo Horizonte que trabalhava com máquina montada. A empresa encerrou as atividades. Com o dinheiro da rescisão ele comprou uma linha telefônica, uma mesa e um terno — e foi visitar, de porta em porta, os clientes que já atendia.

Comprava de terceiros e entregava ele mesmo, porque não havia transportadora nem funcionário. A empresa era uma pessoa só, e assim ficou por cinco anos: era o comercial, o financeiro, o recebimento e a cobrança.

A operação de TI nasceu dentro do escritório do pai, Valdir Speziali — até hoje um dos grandes representantes da linha de artigos de luxo comercializada pelos grandes varejistas de Minas Gerais, e nunca ligado a tecnologia. Daí o nome que a empresa carregou por quase duas décadas: VALdir SPEziali. A sigla veio depois — VSP, de Valspe Security Protection.

Os clientes foram com ele. A VSP nasce porque uma relação pessoal sobreviveu à troca de empresa — e é exatamente isso que, vinte e seis anos depois, ainda a distingue.

Uma linha telefônica

O único canal de prospecção que existia — e o número que os clientes já conheciam.

Uma mesa e um terno

Emprestada do escritório do pai, na sala ao lado. A empresa era uma pessoa só.

Leonardo Speziali, fundador da VSP
Gostei tanto de te atender que eu faço questão de te entregar.
Leonardo Speziali, fundador — a frase que usava em cada entrega, em 2000

A linha do tempo

De uma pessoa a uma empresa de engenharia.

  1. 2000

    A Valspe entra em TI, dentro do escritório do senhor Valdir.

  2. 2000 – 2005

    Leonardo Speziali sozinho. Em 2002 chega a primeira contratação, como recepcionista — sem computador na mesa, marcando reunião por telefone enquanto o fundador visitava cliente. Continua na empresa até hoje.

  3. fevereiro de 2006

    A primeira equipe comercial. Quatro pessoas — e um computador para as quatro, revezado na hora de emitir proposta.

  4. fim de 2006

    Mudança para a Savassi, um andar inteiro. Ali nasce a separação entre governo e corporativo — por necessidade de espaço, não por planejamento.

  5. 2007 — o ano que mudou a escala

    Conhecido dentro da HP como “o rei do registro de preço no Brasil” — e não por ter vencido o maior edital do país. A ata de 4.800 máquinas do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, a maior compra de TI do Brasil à época, foi de outra empresa. O feito foi replicar aquela ata pelo país inteiro, por adesão em outros órgãos — e vender cinco vezes mais que a própria detentora.

  6. 2007

    Depois de A Estratégia do Oceano Azul, a decisão de abrir filial onde ninguém vendia. Foram nove escritórios: Amazonas, Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

  7. 2008

    Raja Gabaglia: 3.700 m², três andares, estacionamento para trinta carros. Ali nascem o data center, a área de locação e o estoque próprio — e a equipe chega a 185 pessoas.

  8. 2011

    De HP para Dell. Por mais de dez anos a VSP vendeu HP e chegou a ser uma das maiores da marca no país. Foi esse volume que chamou a atenção da Dell — e a troca de bandeira veio com formação técnica para toda a equipe comercial e de pré-vendas. Foi assim que se montou o time que sustenta essa frente até hoje.

  9. hoje — o maior momento da empresa

    Uma empresa de profundidade: cerca de 80 pessoas, oito unidades de negócio, nove setores atendidos e mais de R$ 180 milhões de faturamento por ano. O maior momento da VSP não está no passado — é agora. E não veio de abrir endereço: veio de aprofundar.

2007 — o alcance

Houve um tempo em que a VSP era muito maior em endereço.

Uma ata replicada de ponta a ponta do país, filiais abertas onde ninguém vendia e uma equipe que multiplicou por dez em doze meses.

4.800
máquinas na ata que a VSP replicou
a ata do TJMG, replicada por adesão pelo país — cinco vezes mais que a própria detentora
5 → 50
pessoas em um ano
de 2006 para 2007 — a operação cresceu tanto que a VSP alugou os quatro andares do prédio
3.700
m² em três andares
a sede da Raja Gabaglia, com estacionamento para trinta carros
9
escritórios pelo país
do Amazonas ao Espírito Santo — cada um com coordenador próprio e um vendedor de BH na estrada

Onde a ata chegou

A ata do TJMG foi replicada para órgãos do país inteiro. E as filiais do Norte nasceram de uma leitura simples: ali não havia ninguém vendendo.

Os nove escritórios Sede — Belo Horizonte
RRAPAMPAMACERNACROTOPIPBMTGOBAPEALDFMGESSEMSSPRJPRSCRS

A virada

Chegar lá ensinou o que sustenta e o que não sustenta.

A VSP de hoje não cresce abrindo endereço. Cresce aprofundando aquilo que sempre a distinguiu — e o crescimento é constante, com faturamento de mais qualidade.

Operação própria

Engenharia dentro de casa, do projeto à sustentação. Fabricante é componente do projeto, nunca o produto vendido.

Time conectado

Infraestrutura, redes, arquitetura, banco de dados e segurança na mesma mesa — e não em fornecedores diferentes.

Distância curta

Entre quem opera o ambiente do cliente e quem responde quando algo dá errado não há camada intermediária.

O que não se copia

A relação não é com o CNPJ. É com quem entrega.

Não é o portfólio que segura um cliente por vinte anos. Tecnologia todo mundo compra, fabricante todo mundo revende, especificação técnica se copia em uma tarde.

AntesO líder de TI na empresa onde estavaO ambiente que a VSP conhecia por dentro
DepoisO mesmo líder, em outra empresaNovo CNPJ, nova infraestrutura, mesma pessoa
O que não mudaA engenharia da VSPAs peças-chave do time de serviços, há mais de uma década

O vínculo acompanha a pessoa — porque está na engenharia, não na conta comercial.

O que não se copia é o que aconteceu em 2000 acontecendo de novo, todos os dias, na direção contrária: hoje é o líder de TI que muda de empresa — e leva a VSP junto. Do outro lado da linha há alguém que conhece aquele ambiente, conhece aquela operação e conhece a pessoa que está ligando.

E vale ser exato sobre quem é essa pessoa. Vendedor muda — no mercado inteiro muda. O que não muda na VSP é a engenharia. Quando um cliente leva a VSP para o emprego novo, não é uma conta comercial que ele leva: é quem conhece o ambiente dele.

Relações de décadasEngenharia que permanece

O outro lado da mesa

O que os clientes dizem quando não é a VSP falando.

Dez depoimentos gravados no palco do VSP Awards 2025, diante da empresa inteira. Quase nenhum fala de tecnologia. Todos falam da mesma coisa — e várias dessas relações passam de dez, quinze, vinte anos.

Ao longo da minha trajetória, em empresas como BMG, Neon e agora Ono, a VSP sempre esteve junto nos projetos. É uma parceira que, para mim, se tornou quase uma família — está sempre presente, especialmente nos momentos difíceis.
Giovanni · Ono · antes BMG e Neon
São doze anos de relação — não apenas no Grupo Horizonte, mas também em outras empresas pelas quais passei. Fornecedores existem muitos no mercado; a VSP trouxe segurança, parceria e amizade.
Vinícius · Grupo Horizonte · doze anos
Temos uma parceria de vinte anos. Quando somos atendidos por grandes multinacionais, muitas vezes nos tornamos apenas mais um cliente dentro de uma estrutura enorme. Hoje buscamos atenção, apoio e exclusividade — e encontramos isso na VSP em um nível de excelência.
Tadeu · Hospital Mãe Teresa · vinte anos
Nossa relação vem desde a época da Valspe. Há muitos anos fizemos um projeto importante de hiperconvergência e, mais recentemente, o refresh do nosso data center com Hyper-V e Dell.
James · Dom Helder · desde a Valspe
Temos uma parceria muito grande desde a época da Valspe. São cerca de quinze a vinte anos, passando por diferentes momentos e tecnologias, desde HP até Dell.
Rodrigo · Cotemig · quinze a vinte anos
Como consumidores de tecnologia, precisamos contar com bons parceiros. Em diversos momentos em que precisamos de apoio, a VSP esteve presente e nos atendeu com prontidão.
Bruno · Hospital Felício Rocho
A empresa já prestava serviços para a Supermix antes mesmo da minha chegada, e seguimos construindo essa relação ao longo de muitos anos.
Rodrigo · Supermix
Trabalhamos com dados muito sensíveis e operamos em ambiente de alta criticidade, 24 horas. O apoio da equipe foi essencial para que tudo funcionasse corretamente.
GPA
Temos a sustentação com a equipe da VSP. Contamos com profissionais que têm nos ajudado bastante, especialmente no crescimento relacionado à tecnologia.
Jéssica · Sila
Temos contato próximo com profissionais da VSP que são grandes companheiros nessa jornada. A Credicom é hoje uma grande cooperativa financeira, e isso também se deve ao apoio de grandes parceiros como a VSP.
Marlucio · Credicom

Os dois primeiros dizem, sem que ninguém tenha perguntado, exatamente o que esta página afirma: quando a pessoa muda de empresa, a VSP vai junto.

Por que a VSP existe

Manter de pé as operações que não podem parar — e fazer com que quem responde por elas saiba exatamente para quem ligar.

Ambientes onde a parada tem custo imediato: no data center, na nuvem, no serviço público e no chão de fábrica. Com os principais fabricantes do mercado e sem pacote de prateleira — cada ambiente é projetado para a operação que sustenta.

Onde a VSP quer chegar

Ser a casa que os líderes de TI levam consigo — a empresa que, quando a pessoa muda de emprego, vai junto.

Como se decide aqui

Cinco valores — e o que cada um custa.

Valor sem preço é enfeite. Cada um destes vem com o episódio que o prova e com o que a VSP abre mão para mantê-lo.

01

Atender é pessoal

O cliente tem nome e quem atende também. Sem rodízio de responsável, sem atendimento escondido atrás de um portal de chamado.

o que isso nos custanão escala — e obriga a segurar gente boa por décadas.

02

Resolver antes de ser cobrado

O prazo que a VSP assume é o da operação do cliente, não o do contrato. Um pedido fechado numa sexta virou 500 máquinas entregues em duas semanas.

o que isso nos custaassumir prazo que ninguém exigiu — e responder por ele.

03

Autonomia de quem está na ponta

A decisão fica com quem está na frente do cliente, inclusive a de margem. A estratégia orienta; a decisão se toma em conjunto.

o que isso nos custaabrir mão do controle central. Erro da ponta é erro da empresa.

04

Engenharia antes de catálogo

Nenhuma proposta sai sem arquitetura. A troca de fabricante em 2011 não se decidiu por preço — se decidiu por formação técnica para toda a equipe.

o que isso nos custaperder a venda de caixa decidida por planilha.

05

Ficar

A relação se mede em anos, não em projeto. A primeira contratação, de 2002, continua na empresa; o Diretor Comercial está há vinte anos.

o que isso nos custaassumir problema que a VSP não criou, em ambiente que herdou.

A empresa não começou com esse nome. Começou como Valspe — de VALdir SPEziali, o pai do fundador, cujo escritório abrigou os primeiros anos da operação.

Depois veio a sigla: VSP, de Valspe Security Protection.

Mas o nome desta empresa sempre foi o nome de uma pessoa. Vinte e seis anos depois, continua sendo — só que agora são muitas. Por isso, aqui dentro, ela ganhou outro apelido:

VSP — Valorizando Sempre Pessoas.

Como a VSP trabalha

Não é um cardápio. É uma arquitetura.

A jornada vai da arquitetura à continuidade. Embaixo dela, o que a sustenta: uma operação dedicada e, abaixo, as equipes que mudam de linguagem conforme o terreno.

01

Arquitetura

Projetar a base e levar para a nuvem com governança.

02

Continuidade

Reduzir a chance do incidente e garantir a volta quando ele acontece.

03

Operação dedicada

VSP Expert — os profissionais que sustentam as duas pontas, todos os dias.

A ponte não passa por cima: ela desce, atravessa a operação dedicada e sobe do outro lado. É a operação que sustenta a jornada — e é dela que saem as equipes especializadas.

Vinte e seis anos depois

A resposta continua a uma ligação de distância.

Converse com quem vai operar o seu ambiente — não com quem só vai vendê-lo.

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