Vinte e seis anos
A história da VSP começa com uma demissão, uma linha telefônica e um terno. E continua, todo dia, na direção contrária: hoje é o cliente que muda de empresa — e leva a VSP junto.
2000 — o começo
Leonardo Speziali era vendedor numa empresa de informática de Belo Horizonte que trabalhava com máquina montada. A empresa encerrou as atividades. Com o dinheiro da rescisão ele comprou uma linha telefônica, uma mesa e um terno — e foi visitar, de porta em porta, os clientes que já atendia.
Comprava de terceiros e entregava ele mesmo, porque não havia transportadora nem funcionário. A empresa era uma pessoa só, e assim ficou por cinco anos: era o comercial, o financeiro, o recebimento e a cobrança.
A operação de TI nasceu dentro do escritório do pai, Valdir Speziali — até hoje um dos grandes representantes da linha de artigos de luxo comercializada pelos grandes varejistas de Minas Gerais, e nunca ligado a tecnologia. Daí o nome que a empresa carregou por quase duas décadas: VALdir SPEziali. A sigla veio depois — VSP, de Valspe Security Protection.
Os clientes foram com ele. A VSP nasce porque uma relação pessoal sobreviveu à troca de empresa — e é exatamente isso que, vinte e seis anos depois, ainda a distingue.
O único canal de prospecção que existia — e o número que os clientes já conheciam.
Emprestada do escritório do pai, na sala ao lado. A empresa era uma pessoa só.

Gostei tanto de te atender que eu faço questão de te entregar.
A linha do tempo
A Valspe entra em TI, dentro do escritório do senhor Valdir.
Leonardo Speziali sozinho. Em 2002 chega a primeira contratação, como recepcionista — sem computador na mesa, marcando reunião por telefone enquanto o fundador visitava cliente. Continua na empresa até hoje.
A primeira equipe comercial. Quatro pessoas — e um computador para as quatro, revezado na hora de emitir proposta.
Mudança para a Savassi, um andar inteiro. Ali nasce a separação entre governo e corporativo — por necessidade de espaço, não por planejamento.
Conhecido dentro da HP como “o rei do registro de preço no Brasil” — e não por ter vencido o maior edital do país. A ata de 4.800 máquinas do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, a maior compra de TI do Brasil à época, foi de outra empresa. O feito foi replicar aquela ata pelo país inteiro, por adesão em outros órgãos — e vender cinco vezes mais que a própria detentora.
Depois de A Estratégia do Oceano Azul, a decisão de abrir filial onde ninguém vendia. Foram nove escritórios: Amazonas, Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Raja Gabaglia: 3.700 m², três andares, estacionamento para trinta carros. Ali nascem o data center, a área de locação e o estoque próprio — e a equipe chega a 185 pessoas.
De HP para Dell. Por mais de dez anos a VSP vendeu HP e chegou a ser uma das maiores da marca no país. Foi esse volume que chamou a atenção da Dell — e a troca de bandeira veio com formação técnica para toda a equipe comercial e de pré-vendas. Foi assim que se montou o time que sustenta essa frente até hoje.
Uma empresa de profundidade: cerca de 80 pessoas, oito unidades de negócio, nove setores atendidos e mais de R$ 180 milhões de faturamento por ano. O maior momento da VSP não está no passado — é agora. E não veio de abrir endereço: veio de aprofundar.
2007 — o alcance
Uma ata replicada de ponta a ponta do país, filiais abertas onde ninguém vendia e uma equipe que multiplicou por dez em doze meses.
A ata do TJMG foi replicada para órgãos do país inteiro. E as filiais do Norte nasceram de uma leitura simples: ali não havia ninguém vendendo.
A virada
A VSP de hoje não cresce abrindo endereço. Cresce aprofundando aquilo que sempre a distinguiu — e o crescimento é constante, com faturamento de mais qualidade.
Engenharia dentro de casa, do projeto à sustentação. Fabricante é componente do projeto, nunca o produto vendido.
Infraestrutura, redes, arquitetura, banco de dados e segurança na mesma mesa — e não em fornecedores diferentes.
Entre quem opera o ambiente do cliente e quem responde quando algo dá errado não há camada intermediária.
O que não se copia
Não é o portfólio que segura um cliente por vinte anos. Tecnologia todo mundo compra, fabricante todo mundo revende, especificação técnica se copia em uma tarde.
O vínculo acompanha a pessoa — porque está na engenharia, não na conta comercial.
O que não se copia é o que aconteceu em 2000 acontecendo de novo, todos os dias, na direção contrária: hoje é o líder de TI que muda de empresa — e leva a VSP junto. Do outro lado da linha há alguém que conhece aquele ambiente, conhece aquela operação e conhece a pessoa que está ligando.
E vale ser exato sobre quem é essa pessoa. Vendedor muda — no mercado inteiro muda. O que não muda na VSP é a engenharia. Quando um cliente leva a VSP para o emprego novo, não é uma conta comercial que ele leva: é quem conhece o ambiente dele.
O outro lado da mesa
Dez depoimentos gravados no palco do VSP Awards 2025, diante da empresa inteira. Quase nenhum fala de tecnologia. Todos falam da mesma coisa — e várias dessas relações passam de dez, quinze, vinte anos.
Ao longo da minha trajetória, em empresas como BMG, Neon e agora Ono, a VSP sempre esteve junto nos projetos. É uma parceira que, para mim, se tornou quase uma família — está sempre presente, especialmente nos momentos difíceis.
São doze anos de relação — não apenas no Grupo Horizonte, mas também em outras empresas pelas quais passei. Fornecedores existem muitos no mercado; a VSP trouxe segurança, parceria e amizade.
Temos uma parceria de vinte anos. Quando somos atendidos por grandes multinacionais, muitas vezes nos tornamos apenas mais um cliente dentro de uma estrutura enorme. Hoje buscamos atenção, apoio e exclusividade — e encontramos isso na VSP em um nível de excelência.
Nossa relação vem desde a época da Valspe. Há muitos anos fizemos um projeto importante de hiperconvergência e, mais recentemente, o refresh do nosso data center com Hyper-V e Dell.
Temos uma parceria muito grande desde a época da Valspe. São cerca de quinze a vinte anos, passando por diferentes momentos e tecnologias, desde HP até Dell.
Como consumidores de tecnologia, precisamos contar com bons parceiros. Em diversos momentos em que precisamos de apoio, a VSP esteve presente e nos atendeu com prontidão.
A empresa já prestava serviços para a Supermix antes mesmo da minha chegada, e seguimos construindo essa relação ao longo de muitos anos.
Trabalhamos com dados muito sensíveis e operamos em ambiente de alta criticidade, 24 horas. O apoio da equipe foi essencial para que tudo funcionasse corretamente.
Temos a sustentação com a equipe da VSP. Contamos com profissionais que têm nos ajudado bastante, especialmente no crescimento relacionado à tecnologia.
Temos contato próximo com profissionais da VSP que são grandes companheiros nessa jornada. A Credicom é hoje uma grande cooperativa financeira, e isso também se deve ao apoio de grandes parceiros como a VSP.
Os dois primeiros dizem, sem que ninguém tenha perguntado, exatamente o que esta página afirma: quando a pessoa muda de empresa, a VSP vai junto.
Por que a VSP existe
Ambientes onde a parada tem custo imediato: no data center, na nuvem, no serviço público e no chão de fábrica. Com os principais fabricantes do mercado e sem pacote de prateleira — cada ambiente é projetado para a operação que sustenta.
Onde a VSP quer chegar
Como se decide aqui
Valor sem preço é enfeite. Cada um destes vem com o episódio que o prova e com o que a VSP abre mão para mantê-lo.
O cliente tem nome e quem atende também. Sem rodízio de responsável, sem atendimento escondido atrás de um portal de chamado.
o que isso nos custanão escala — e obriga a segurar gente boa por décadas.
O prazo que a VSP assume é o da operação do cliente, não o do contrato. Um pedido fechado numa sexta virou 500 máquinas entregues em duas semanas.
o que isso nos custaassumir prazo que ninguém exigiu — e responder por ele.
A decisão fica com quem está na frente do cliente, inclusive a de margem. A estratégia orienta; a decisão se toma em conjunto.
o que isso nos custaabrir mão do controle central. Erro da ponta é erro da empresa.
Nenhuma proposta sai sem arquitetura. A troca de fabricante em 2011 não se decidiu por preço — se decidiu por formação técnica para toda a equipe.
o que isso nos custaperder a venda de caixa decidida por planilha.
A relação se mede em anos, não em projeto. A primeira contratação, de 2002, continua na empresa; o Diretor Comercial está há vinte anos.
o que isso nos custaassumir problema que a VSP não criou, em ambiente que herdou.
A empresa não começou com esse nome. Começou como Valspe — de VALdir SPEziali, o pai do fundador, cujo escritório abrigou os primeiros anos da operação.
Depois veio a sigla: VSP, de Valspe Security Protection.
Mas o nome desta empresa sempre foi o nome de uma pessoa. Vinte e seis anos depois, continua sendo — só que agora são muitas. Por isso, aqui dentro, ela ganhou outro apelido:
VSP — Valorizando Sempre Pessoas.
Como a VSP trabalha
A jornada vai da arquitetura à continuidade. Embaixo dela, o que a sustenta: uma operação dedicada e, abaixo, as equipes que mudam de linguagem conforme o terreno.
Projetar a base e levar para a nuvem com governança.
Reduzir a chance do incidente e garantir a volta quando ele acontece.
A ponte não passa por cima: ela desce, atravessa a operação dedicada e sobe do outro lado. É a operação que sustenta a jornada — e é dela que saem as equipes especializadas.
Vinte e seis anos depois
Converse com quem vai operar o seu ambiente — não com quem só vai vendê-lo.
Fale com um Especialista